Marcos Vivácqua articula desenvolvimento regional e representatividade no Sul do ES

O cenário político no sul do Espírito Santo começa a se desenhar com foco em uma lacuna que persiste há anos.

Marcos Vivácqua articula desenvolvimento regional e representatividade no Sul do ES
Marcos Vivácqua articula desenvolvimento regional e representatividade no Sul do ES (Foto: Reprodução)

O cenário político no sul do Espírito Santo começa a se desenhar com foco em uma lacuna que persiste há anos, a falta de representantes diretos de municípios como Marataízes, Itapemirim e Presidente Kennedy na Assembleia Legislativa (Ales). Essa ausência de vozes locais no Legislativo estadual tem pautado movimentações estratégicas, com destaque para nomes que buscam converter capital político em desenvolvimento regional.

Atualmente, a região da "Tríplice Fronteira Sul" tem desafios de articular demandas locais junto ao Governo do Estado sem um deputado que tenha as bases fincadas exclusivamente nesses municípios. É nesse contexto que o nome de Marcos Vivácqua ganha relevância. Conhecido no tabuleiro político sul-capixaba, Marcão carrega a experiência de dois mandatos como vereador em Presidente Kennedy e um histórico de votações expressivas para o Legislativo estadual.

Em pleitos anteriores, embora tenha alcançado números significativos nas urnas, a eleição não se concretizou devido às regras do quociente eleitoral e ao desempenho das legendas pelas quais concorreu. No entanto, sua manutenção como uma figura de articulação sugere que o vácuo de liderança pode ser o catalisador para uma nova tentativa de representação direta. Para além das articulações partidárias, a pauta econômica surge como o principal pilar de sustentação para as lideranças do Sul. Marcos Vivácqua tem atuado diretamente em frentes ligadas à implantação do Porto Central, em Presidente Kennedy.

O empreendimento não é apenas uma obra de infraestrutura, mas é tratado por autoridades e investidores como o projeto mais estratégico para o desenvolvimento econômico da região. Com a expectativa de atrair investimentos bilionários e gerar milhares de empregos diretos e indiretos, o Porto Central torna-se o divisor de águas para a economia capixaba.

"Nossa região não pode mais ser vista apenas como um corredor de passagem ou uma fonte de recursos naturais. O Porto Central é uma realidade que exige uma representação política forte e comprometida em Vitória. Precisamos garantir que os empregos e os investimentos fiquem aqui, beneficiando diretamente o trabalhador de Marataízes, Itapemirim e Kennedy. A política deve servir como ponte para que esse desenvolvimento chegue à ponta, na vida das pessoas", afirmou Marcão.

Lideranças regionais apontam que a conexão entre a experiência política e o conhecimento técnico sobre projetos estruturantes, como o complexo portuário, é o que o eleitorado tem buscado para romper o isolamento da região na capital capixaba. A expectativa agora gira em torno de como essas movimentações vão se consolidar nos próximos meses, à medida que o cronograma das obras do Porto avança e o calendário eleitoral se aproxima, exigindo definições mais claras sobre quem assumirá o protagonismo na defesa dos interesses do Sul do Estado em Vitória.

Na Tríplice Fronteira Sul, o cenário politico mostra outros nomes que tradicionalmente disputam espaço na região, como Norma Ayub, Tininho, cabo Vidal e Anderson Pedreiro,  assim eles marcam presença no debate eleitoral de 2026.

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